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Cinema de montagem

Não gosto de anunciar mostras e outros eventos por aqui, mas calhou de eu fazer isso por dois posts seguidos. Devo estar com febre crônica.

É que entre as mostras de setembro ainda tem uma que promete demais (caso as projeções façam jus à excelência dos títulos). Será no Belas Artes, a partir do dia 10 e até dia 23: Mostra Cinema de Montagem.

A seleção:

- Uma Página de Loucuras (1926), um dos filmes que Teinosuke Kinugasa fez com o grupo neosensorialista;

- Eu te Amo, Eu te Amo, um dos filmes mais esquisitos de Alain Resnais;

- O Cremador, de Juraj Herz, um dos diretores mais injustiçados da Nouvelle Vague Tcheca; 

- Edvard Munch, obra menos conhecida de Peter Watkins (embora já tenha saído em DVD por aqui);

- O Signo do Caos, último longa de Rogério Sganzerla e um dos quatro ou cinco mais importantes filmes brasileiros dos últimos trinta anos;

Mais uma série de filmes igualmente importantes (Marker, Peixoto, Eisenstein, Costa...), dos quais destaco o monumento Histoire(s) du Cinéma, de Jean-Luc Godard.


Escrito por sérgio alpendre às 01h42
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Festivais e mostras aos montes

Começando pela região Centro-Oeste, mais especificamente pelo estado de Goiás:

- Pude finalmente conhecer o FICA, que chegou a sua 17ª edição agora em 2015. Neste ano privilegiaram o cinema (antes era um balaio com shows, festas e o cinema ali para atrapalhar). Falta afinar a sintonia, pois parecem meio dependentes demais do tema ambiental. De todo modo, foram dias muito agradáveis na Cidade de Goiás (Goiás Velho), onde pude conhecer a produção atual goiana e dois bons filmes, o curta Matias e o longa My Name is Salt (foto).

- Está rolando, ou terminando, a segunda edição do Fronteira, festival que me parece bem interessante em Goiânia. Neste ano teve um longa de Pièrre Léon, e vários filmes de Yervant Gianikian e Ricci Luchi, e de Bruce Baillie. Quem acompanhou não deve ter se queixado.

Em SP:

- Aki Kaurismaki é um diretor meio subestimado. Tem grandes filmes (ao menos os das duas trilogias, a dos trabalhadores e a dos perdedores), e uma versão ótima para Crime e Castigo, de Dostoievski. Passou no Belas Artes, em DCP, após uma temporada na Caixa Cultural do Rio.

- Vai rolar a Mostra Dogma 95, no CCBB. Já passou por Brasília. Talvez Rio, não sei. Boa oportunidade para ver o que sobrou desse movimento nefasto. na época gostei dos dois primeiros filmes, Festa de Família, de Thomas Vintenberg, e Os Idiotas, de Lars Von Trier. Os demais filmes associados a esse movimento são, convenhamos, bem ruins. Não sei o que ficará desses dois primeiros numa revisão.

No Rio:

- A Mostra David Lean começa logo em setembro, no Botafogo 1. Se for em 35mm, ou no mínimo em DCP (ainda não consegui descobrir), vale um bate-volta (no meu caso) para ver A Filha de Ryan, principalmente, mas também A Ponte do Rio Kwai, Lawrence da Arábia, Oliver Twist, Desencanto e Passagem para a Índia. Bom, o ideal é ver todos.

Tem mais, sei que tem, mas por enquanto dou conta dessas aí.

Claro, em setembro vai ter o Indie, primeiro em BH, depois em SP. As retrospectivas estão ótimas: Kira Muratova e Sharunas Bartas. Fora o que vier de novidades.



Escrito por sérgio alpendre às 01h58
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FICA 2015

Estou, a partir desta quarta-feira, 12 de agosto, na Cidade de Goiás (também conhecida como Goiás Velho) para acompanhar, pela primeira vez, o FICA - Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, em sua 17ª edição.

A proposta se assemelha à de Tiradentes. Numa cidade histórica, improvisam uma tenda onde passam os filmes, curtas, médias e longas, em competição ou em mostras paralelas. Com diferença estampada no título: os filmes devem passar pela temática ambiental. Como é possível expandir bastante tal conceito, temos uma mescla de filmes facilmente identificados com o meio ambiente e filmes mais tradicionais, cuja ligação com o tema é apenas periférica.

Neste primeiro dia, a impressão não é das melhores. Os curtas que têm algo de interesse são poucos (três, na verdade: A Vida de Cada Um, A Pedra e Sob Nossos Pés), e nenhum deles pode ser chamado realmente de bom. Na outra sessão, mais claramente ambiental, dois curtas que com muita boa vontade podem ser chamados de filmes. São mais videos institucionais.

O português A Ria por Dentro é claramente um programa de TV que podemos ver com interesse, mas não podemos chamar de cinema. O brasileiro Último Refúgio: Reserva Biológica de Duas Bocas é bem parecido com o português, com a vantagem que o diretor tenta algumas abstrações para temperar um pouco a coisa.

Devo ressaltar que vi apenas duas sessões de uma programação bem grande. Uma das sessões tem sete curtas de Goiás.

Bom, a cobertura sai depois, na Interlúdio. Por aqui, apenas algumas pitadas. Seguimos, que o calor do dia só é suportável porque sabemos que virá o friozinho da noite.


Escrito por sérgio alpendre às 00h54
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